{Conversinha} Estilhaça-me

Livro: Estilhaça-me
Autor(a): Tahereh Mafi
N° de páginas: 304
Faixa etária: +15
Editora: Novo Conceito
Nota: 3/5

Sinopse - Estilhaça-me - Trilogia Estilhaça-me - Livro 1 - Tahereh Mafi

Juliette não toca alguém a exatamente 264 dias. A última vez que ela o fez, que foi por acidente, foi presa por assassinato. Ninguém sabe por que o toque de Juliette é fatal. Enquanto ela não fere ninguém, ninguém realmente se importa. O mundo está ocupado demais se desmoronando para se importar com uma menina de 17 anos de idade. Doenças estão acabando com a população, a comida é difícil de encontrar, os pássaros não voam mais, e as nuvens são da cor errada. O Restabelecimento disse que seu caminho era a única maneira de consertar as coisas, então eles jogaram Juliette em uma célula. Agora muitas pessoas estão mortas, os sobreviventes estão sussurrando guerra – e o Restabelecimento mudou sua mente. Talvez Juliette é mais do que uma alma torturada de pelúcia em um corpo venenoso. Talvez ela seja exatamente o que precisamos agora. Juliette tem que fazer uma escolha: ser uma arma. Ou ser um guerreiro.

A minha impressão desse livro foi boa, sei que disse que não leria mais nenhum livro juvenil, mas esse foi indicado por uma amiga como "bom", então me arrisquei e até me surpreeendi, pq realmente gostei, achei a trama bem tecida, gostei da narrativa, da forma de escrita da autora que apesar de ser estreante com esse livro, mandou bem!

Quanto à personagem central, Juliette, por mais que hj esteja nos meus 36 aninhos, me identifiquei com ela...esse lance de se sentir excluida, diferente, meio que uma aberração, ahahahahah
Tá certo, aberração nem tanto, mas tipo na minha adolescencia e juventude me sentia um peixe fora d'água na casa dos meus pais, a estranha no ninho...a menina que queria ler e ter muitos livros, a menina que vivia em seu mundinho particular, quando todos à volta levavam uma vida diferente e "normal"...

...è realmente dificil ser diferente e muitas vezes se é incompreendida, nossa, lembro quantas e quantas vezes me perguntei se estava na familia certa...rs

Tá certo q hoje tudo se normalizou, me tornei mais "comum" ou então me encontrei, me aceitei e passei a conviver com pessoas que tenham os mesmos interesses e gostos que eu...

...enfim, é isso...

Vou terminar minha conversinha, deixando uma frase q está logo no começo do livro que tipo me conquistou, pq por muitos anos tinha isso comigo em relação aos meus pais:

""Tentei tanto consertar o que tinha estragado. Tentei todo santo dia ser o que eles queriam. TEntei o tempo todo ser melhor, mas de fato nunca soube""

Bom, é isso!

Indico!

bjkasss

Leila 

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