Última conversinha de 2014 - A menina que brincava com fogo

Olá pessoal

Eis que venho para a última conversinha do ano e eis que eu fechei o ano com chave de ouro, com esse livro espetacular de bom!

Eu já tinha amado o primeiro da trilogia (Os homens que não amavam as mulheres) mas esse segundo se superou e é ainda MELHOR!!!!

Lisbeth simplesmente é uma personagem pra lá de apaixonante, complexa e misteriosa, mas com um senso de moral fora do comum também! Fiel à seus valores e ideiais ela sai na captura de uma pessoa inescrupulosa e que está intimamente ligado à sua vida.

Mikael mais uma vez esbanja carisma e determinação e faz toda a diferença na história e na hora H!!!!

Enfim, corre ler essa trilogia, pq é sem dúvida MARAVILHOSA!!!

"Não há inocentes. Apenas diferentes graus de responsabilidade", raciocina Lisbeth Salander, protagonista de A menina que brincava com fogo, de Stieg Larsson. O autor - um jornalista sueco especializado em desmascarar organizações de extrema direita em seu país - morreu sem presenciar o sucesso de sua premiada saga policial, que já vendeu mais de 10 milhões de exemplares no mundo.


Nada é o que parece ser nas histórias de Larsson. A própria Lisbeth parece uma garota frágil, mas é uma mulher determinada, ardilosa, perita tanto nas artimanhas da ciberpirataria quanto nas táticas do pugilismo, que sabe atacar com precisão quando se vê acuada. Mikael Blomkvist pode parecer apenas um jornalista em busca de um furo, mas no fundo é um investigador obstinado em desenterrar os crimes obscuros da sociedade sueca, sejam os cometidos por repórteres sensacionalistas, sejam os praticados por magistrados corruptos ou ainda aqueles perpetrados por lobos em pele de cordeiro. Um destes, o tutor de Lisbeth, foi mor-to a tiros. Na mesma noite, contudo, dois cordeiros também foram assassinados: um jornalista e uma criminologista que estavam prestes a denunciar uma rede de tráfico de mulheres. A arma usada nos crimes - um Colt 45 Magnum - não só foi a mesma como nela foram encontradas as impressões digitais de Lisbeth. Procurada por triplo homicídio, a moça desaparece. Mikael sabe que ela apenas está esperando o momento certo para provar que não é culpada e fazer justiça a seu modo. Mas ele também sabe que precisa encontrá-la o mais rapidamente possível, pois mesmo uma jovem tão talentosa pode deparar-se com inimigos muito mais formidáveis - e que, se a polícia ou os bandidos a acharem primeiro, o resultado pode ser funesto, para ambos os lados.


A menina que brincava com fogo segue as regras clássicas dos melhores thrillers, aplicando-as a elementos contemporâneos, como as novas tecnologias e os ícones da cultura pop. O resultado é um romance ao mesmo tempo movimentado e sangrento, intrigante e impossível de ser deixado de lado.

Bom, então é isso, até daqui a pouco, em 2015, rs

beijosss

Um comentário:

  1. Essa trilogia está na minha lista de espera e estou ansiosa para ler!
    Outro dia vi um dos filmes. Muito bom também, mas sempre o livro é melhor!

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